MACHADO DE CASTRO EM LISBOA - O LABORATORIO DE ESCULTURA

PREÇO


CRIANÇA (0-12 ANOS)
0,00€


JOVEM (13-25 ANOS)
1,50€


ADULTO (26-64 ANOS)
3,00€


SENIOR (+65 ANOS)
2,60€


PESSOA COM DEFICIÊNCIA
2,60€

Preço: 0 €

Classificação: M/0

Promotor: EGEAC - EM,S.A.


É impossível dissociar a figura de Joaquim Machado de Castro da estátua equestre do rei D. José, que ainda hoje assinala o centro da principal praça de Lisboa. O monumento foi concretizado ao longo de cinco anos e a sua história teve episódios surpreendentes, como a proibição de o próprio escultor assistir à cerimónia de inauguração da sua obra.
Na carreira de Machado de Castro, a estátua do rei não foi a primeira nem a última obra e é discutível que tenha sido o seu projeto mais vanguardista, ou aquele que motivou maior realização pessoal. Foi, todavia, o momento de viragem.
A partir da inauguração da estátua do rei D. José, em 1775, o escultor ampliou a rede de clientes e o sue nome ficou ligado às principais obras da capital, situadas entre o final do século XVIII e as primeiras décadas da centúria seguinte.
Escultor régio desde 1782 e líder de um Laboratório de Escultura onde se implementou uma metodologia inovadora de aprendizagem e prática artística, Machado de Castro concebeu os programas escultóricos da Basílica da Estrela e do Palácio da Ajuda, e deixou ainda produção relevante no antigo Convento de Nossa Senhora da Luz de Arroios, no Mosteiro de São Vicente de Fora, na Sé de Lisboa, ou na antiga Quinta Real de Belém (atual Palácio Nacional de Belém). No momento em que se completam 200 anos sobre o falecimento do escultor, a exposição «Machado de Castro em Lisboa: O Laboratorio de Escultura» conta a história complexa de conceção e realização da estátua equestre de D. José e revisita a ampla produção artística deixada na capital por esta figura tão carismática quanto polémica, derradeiro escultor barroco num tempo de mudança.
 
Nota: O bilhete dá acesso a todo o museu

CONFIGURAÇÃO

É impossível dissociar a figura de Joaquim Machado de Castro da estátua equestre do rei D. José, que ainda hoje assinala o centro da principal praça de Lisboa. O monumento foi concretizado ao longo de cinco anos e a sua história teve episódios surpreendentes, como a proibição de o próprio escultor assistir à cerimónia de inauguração da sua obra.

Na carreira de Machado de Castro, a estátua do rei não foi a primeira nem a última obra e é discutível que tenha sido o seu projeto mais vanguardista, ou aquele que motivou maior realização pessoal. Foi, todavia, o momento de viragem.

A partir da inauguração da estátua do rei D. José, em 1775, o escultor ampliou a rede de clientes e o sue nome ficou ligado às principais obras da capital, situadas entre o final do século XVIII e as primeiras décadas da centúria seguinte.

Escultor régio desde 1782 e líder de um Laboratório de Escultura onde se implementou uma metodologia inovadora de aprendizagem e prática artística, Machado de Castro concebeu os programas escultóricos da Basílica da Estrela e do Palácio da Ajuda, e deixou ainda produção relevante no antigo Convento de Nossa Senhora da Luz de Arroios, no Mosteiro de São Vicente de Fora, na Sé de Lisboa, ou na antiga Quinta Real de Belém (atual Palácio Nacional de Belém). No momento em que se completam 200 anos sobre o falecimento do escultor, a exposição «Machado de Castro em Lisboa: O Laboratorio de Escultura» conta a história complexa de conceção e realização da estátua equestre de D. José e revisita a ampla produção artística deixada na capital por esta figura tão carismática quanto polémica, derradeiro escultor barroco num tempo de mudança.

 

Nota: O bilhete dá acesso a todo o museu



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